A Secretaria de Gestão de Pessoas do TRT realizou o I Fórum de Discussões sobre o Impacto do Processo Eletrônico na Saúde do Trabalhador, reunindo um grupo de trabalho formado por magistrados, diretores e servidores do Tribunal. O objetivo do evento foi debater o reflexo do processo eletrônico na saúde dos magistrados e servidores do Tribunal. O encontro aconteceu na Sala de Treinamento do Fórum Maximiano Figueiredo e foi aberto pelo diretor da Secretaria de Gestão de Pessoas, Carlos Melo. Após apresentação de um vídeo institucional, com depoimentos de alguns servidores de Varas que hoje trabalham com o processo eletrônico, os participantes discutiram e analisaram os impactos do processo eletrônico na saúde, como também, apresentaram sugestões de intervenção, que o Tribunal deverá lançar mão, no sentido de prevenir e diminuir o risco de doenças no ambiente de trabalho, proveniente da exposição prolongada no computador.
Foram formados dois grupos de trabalho, quando todos os aspectos positivos e negativos do Processo Eletrônico na Saúde do Trabalhador foram abordados e amplamente discutidos. Tivemos uma apresentação dos resultados por cada grupo, com exposição feita por Max Frederico e Arinaldo Sousa.
Segundo o diretor da Secretaria de Gestão de Pessoas, Carlos Melo, o encontro foi positivo e importante para a saúde dos magistrados e servidores. “Este evento se propôs a discutir e analisar sobre qual o impacto que as últimas mudanças na forma de executarmos o trabalho, através da implantação do processo eletrônico, tem tido na saúde de magistrados e servidores deste Regional”, destacou.
A ação da Segepe faz parte do Programa “TRT Saudável” que possui uma ligação direta com o Planejamento Estratégico do Tribunal, aprovado para o período de 2010 a 2014, onde um dos objetivos é propiciar um ambiente de trabalho saudável para todos, como um dos pilares da visão institucional, que é a de ser referência na promoção da justiça, até 2014, como reconhecimento da sociedade.
“Não é por acaso que estamos lançando o nosso Programa TRT Saudável com esse tema, já que o pioneirismo na implantação do processo eletrônico requer, também, medidas preventivas que evitem o comprometimento da saúde de magistrados e servidores nesse novo modelo de trabalho”, disse Carlos Melo.
As sugestões apresentadas durante o Fórum estão sendo analisadas pela equipe da Segepe e entre as diversas propostas apresentadas, estão a aquisição de mobiliário e suportes ergonômicos, a implantação de micro pausas na jornada de trabalho e a criação de campanhas de sensibilização sobre a importância da prevenção de doenças decorrentes da exposição prolongada ao computador.
Brasília, 17/03/2010 - O ministro do trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou nesta quarta-feira (17), durante audiência na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara, que 2010 será o melhor ano em termos de geração de
empregos da história do país. "Estou muito seguro que nós vamos viver no mercado de trabalho o melhor ano da história da geração de renda no Brasil. Mais de dois milhões de empregos serão criados. Tudo está a favor disso", avaliou Lupi.
Na Câmara, o ministro disse que os números apontam para um novo ciclo da economia brasileira. "Se nós mantivermos as políticas públicas, o Brasil, em 10 ou 15 anos, não será a nona economia do mundo, mas será a quarta ou quinta. Para isso é preciso a coerência de continuar avançando e continuar compreendendo que salário é que gera renda, emprego formal é que dá cidadania", disse Lupi.
O ministro ainda fez comentários sobre o desempenho do país durante a crise econômica mundial. Ele lembrou que, enquanto nos Estados Unidos houve um recuo de 6,5 milhões de postos de trabalho e na Europa de outros 7 milhões, no Brasil, entre as contratações sob o regime da CLT e estatutários, foi gerado 1,35 milhão de empregos.
"E qual o papel do MTE neste processo? Primeiro: agir fortemente com duas fontes de financiamento grandiosas. Poucos ainda não sabem da importância dos R$ 230 bilhões do FGTS. Poucos não sabem ainda da importância dos R$ 165 bilhões do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Nesse momento de crise deu para verificar a importância desses fundos", lembrou o ministro.
Carlos Lupi também creditou à concessão de abonos salariais e ao seguro desemprego as razões para que a economia brasileira não sofresse de forma severa os efeitos da crise. "Quatorze milhões de trabalhadores receberam o abono que se dá para quem ganha até dois salários mínimos. O seguro desemprego foi pago a em 2009 a outros 7 milhões. Se você somar os 14 milhões do abono salarial mais os 7 milhões do seguro desemprego isso dá mais de 21 milhões de brasileiros que colocaram na economia mais alguns bilhões", disse.
Para o ministro, assalariado compra, não especula. "Quem acumula e especula é o grande investidor, esse sim depende dos juros altos. Mas quem investe no capital produtivo e quem é assalariado usa esse dinheiro para gerar emprego ou para consumir. Esse foi o nosso diferencial em 2009", afirmou.
Caged - Após o encontro com os deputados da Comissão, o ministro anunciou os dados do Cadastro Geral de empregados e desempregados (Caged) referentes ao mês de fevereiro. Foram gerados 209.425 empregos celetistas. No bimestre, o número é de 390.844 empregos criados. O volume de postos criados no mês passado significa um recorde mensal na série histórica do Caged para o mês.
Assessoria de Imprensa do MTE